Menino dos olhos tristes,
metarfozeado, trancado em seu castelo.
Corvo que mergulha em sua angustia,
ao despertar de sonhos intranquilos.
Pessadelos, solidões, castigos e denuncias,
alma em lagrimas, que um dia amou,
que foi artista da fome,
Eternamente guardado, quando se lê.
Corvo que após sentir o perfume das flores,
Fecha os seus jovens olhos tristes
e deixa de realmente viver.

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